O líder comunitário e presidente do bairro Mapim, Alex Força Jovem, utilizou as redes sociais para rebater críticas feitas por David Andrade Barros, após declarações que apontavam o bairro como supostamente privilegiado pela Prefeitura de Várzea Grande. Em tom firme, Alex saiu em defesa da comunidade e afirmou que os serviços realizados no Mapim são resultado de cobrança direta, formal e constante junto ao poder público.
Segundo Alex, as melhorias no bairro não ocorreram por favorecimento político, mas por atuação ativa da liderança comunitária. “Se o bairro Mapim está sendo atendido, é porque nós cobramos, criticamos e fizemos o nosso papel. Eu fui à prefeitura, protocolei ofícios e cobrei diretamente a Secretaria de Obras”, afirmou.
O líder destacou que chegou a gravar vídeos denunciando a situação de buracos e problemas estruturais no bairro, expondo publicamente a situação para que providências fossem tomadas. “Coloquei a cara a tapa e critiquei o secretário de Obras quando foi necessário. Não foi batendo palma nem ficando em gabinete”, declarou.
Alex também repudiou falas atribuídas a David Barros que, segundo ele, desrespeitaram a comunidade do Mapim. O bairro é um dos maiores de Várzea Grande, com cerca de 12 mil moradores. “Aqui tem trabalhador, história e luta. Não aceito que alguém use rede social para atacar uma comunidade inteira”, disse.
Durante a manifestação, o presidente de bairro afirmou que exerce a função de forma legítima, após eleição direta com apoio da população local. “Fui eleito com mais de 700 votos. Represento essa comunidade há anos e tenho compromisso com quem mora aqui”, ressaltou.
Alex também destacou ações sociais realizadas recentemente no bairro, como a entrega de cerca de duas mil cestas básicas e apoio a famílias em situação de vulnerabilidade, em parceria com outras lideranças comunitárias de Várzea Grande.
Para ele, a crítica feita por David Barros revela desconhecimento sobre o funcionamento das demandas comunitárias. “Quem quer resultado precisa ir à prefeitura, protocolar pedido, acompanhar e cobrar. Rede social não substitui trabalho”, afirmou.
O líder comunitário reforçou que continuará defendendo o bairro Mapim e não aceitará ataques pessoais ou desrespeito à população local. “Tenho 15 anos de atuação no movimento comunitário. Ando de cabeça erguida por Várzea Grande e vou continuar trabalhando pela minha comunidade”, concluiu.